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As Pirâmides Coloridas de Pfister



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Manual
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Características

Manual : As Pirâmides Coloridas de Pfister 

  • Autor: Anna Elisa de Villemor Amaral
  • ISBN: 978-85-8040-004-5
  • Ano: 2012
  • Edição: 1
  • Número de páginas: 184
  • Acabamento: Brochura
  • Formato: Médio
  • Editora: Casa do Psicólogo

Sinopse :  

O Teste Pirâmides Coloridas de Pfister é um teste projetivo  cirado pelo suiço Max Pfister nos anos 50. Trata-se de um instrumento que avalia aspectos da personalidade, destacando principalmente a dinâmica afetiva e indicadores relativos a habilidades cognitivas do indivíduo. No Brasil, este instrumento foi introduzido por Fernando de Villemor Amaral na década de 70, tendo posteriormente outros manuais lançados sobre a técnica.
Em 2005, após a realização de uma nova padronização, o manual publicado por Fernando de Villemor Amaral foi atualizado por Anna Elisa de Villemor Amaral com dados psicométricos mais recentes. Foi aprovado pelo Conselho Federal de Psicologia.
Esta edição de 2012 é uma reimpressão do manual de 2005.

Sobre o Teste das Pirâmides Coloridas de Pfister:

A autora, Dra. Anna Elisa de Villemor-Amaral resgata para os usuários de técnicas projetivas o teste de Pfister, introduzido no Brasil em 1966 pelo seu pai Fernando de Villemor-Amaral, conservando em grande parte seu conteúdo original, revisto e atualizado pela autora, acrescentando um capítulo sobre as evidências de validade do Pfister, por Ricardo Primi, outro sobre Psicodiagnóstico diferencial e psicopatologia de  autoria de Lucila Moraes Cardoso e Renata Rocha Campo Franco, além de casos clínicos.


Finalidade e indicações 

Instrumento de apoio em psicodiagnóstico, avaliação de pessoal e psicologia do trânsito. 

Material

O material do Pfister é composto de material simples e de agradável manuseio, constituindo-se por :

. jogo com quadrículos coloridos composto de 10 cores subdivididas em 10 tonalidades. Havendo no mínimo 45 unidades de cada tom e a mesma quantidade para todos os tons:

. conjunto de três cartelas contendo o esquema de uma pirâmide

. folha de protocolo 

. mostruário das cores ( 24 matizes )

Tempo e forma de aplicação

A aplicação é individual. Boa iluminação é uma condição básica já que a percepção das cores depende fundamentalmente da luz. Apresenta-se ao examinando a caixa contendo os quadrículos que são despejados sobre uma mesa e apresenta-se o cartão contendo o esquema da pirâmide e solicita-se que o sujeito cubra os espaços da pirâmide de forma que o mesmo construa uma que fique de seu gosto, usando livremente dos quadrículos coloridos disponíveis até que o mesmo a considere completa e bonita a seu gosto.

O aplicador registra todos os movimentos da colocação na folha de protocolo seguindo a codificação das cores e espaços previstos no protocolo. Outras duas pirâmides são  apresentadas na sequência, com a mesma instrução para execução. Ao final o aplicador coloca as três a sua frente e solicite que o sujeito identifique a mais bonita, a segunda e a terceira. 

Padronização / Normatização e Precisão

Apesar de estudos dos anos 60/70 já tenham demonstrado bons indicadores de validade e precisão este trabalho foi feito um estudo tanto com a população de não-pacientes quanto com a população de pacientes de seis grupos patológicos. O estudo com não-pacientes envolveu 111 indivíduos de ambos os sexos com níveis e escolaridade diversos e idades de 18 a?68 anos e um segundo grupo de não-pacientes universitários de diferentes cursos superiores, os estudos mostraram resultados muito significantes, sendo 86% de concordância para o aspecto formal, 92,4% para a fórmula cromática, resultados estes considerados altamente satisfatórios em termos da precisão de um teste.

A validade do Teste de Pfister foi analisada em um estudo do Prof. Ricardo Primi. A estratégia escolhida para se buscar a evidência de validade no Pfister foi por meio da validade de critério, especialmente a validade concorrente. A medida de critério foi o diagnóstico psicopatológico. Todos os pacientes do grupo de validação foram avaliados individualmente, por meio de uma entrevista estruturada, para verificar a presença de transtornos do Eixo-I.

O grupo clínico foi constituído por 15 alcoolistas, 20 esquizofrênicos, 19 depressivos, 15 pacientes com transtorno de pânico, 12 pacientes com transtorno obsessivo-compulsivo, e 14 pacientes somatoformes. O grupo de não-pacientes foi composto de 111 pessoas que, na história pregressa nunca tiveram um episódio sintomático decorrente de transtorno mental.

Os estudos realizados mostram que o Pfister é bastante válido na  identificação dos quadros de depressão, transtorno obsessivo compulsivo, transtorno somatoforme e transtorno do pânico.

 

 


Venda restrita à psicólogos mediante a apresentação do CRP, de acordo com a lei federal n ° 4.119/62


 


 

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